quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Governo vai distribuir documentário a favor do aborto, em escolas

Intrigado pelas informações contidas na notícia abaixo, publicada pelo jornal Zero Hora, na edição do dia 05/01/2009, fui buscar na Internet o que é exatamente esta FIOCRUZ que está financiando a filmagem do documentário O Fim do Silêncio, um filme favorável ao aborto e do qual se pretende distribuir 2 mil cópias para escolas e entidades feministas. A Fiocruz é a Fundação do Instituto Oswaldo Cruz, que nos seus objetivos iniciais estava o de salvar vidas. Agora, promove o aborto, ou seja, tirar vidas!

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5 de janeiro de 2009 | N° 15839
A FAVOR DO ABORTO
Governo vai distribuir documentário em escolas

Veja notícia no original.

A polêmica sobre a legalização do aborto, que opõe o Ministério da Saúde à Igreja e à bancada evangélica no Congresso, vai ganhar um novo capítulo.

A Fundação Oswaldo Cruz, vinculada à pasta, liberou R$ 80 mil para a filmagem do documentário O Fim do Silêncio, uma coleção de depoimentos de mulheres que interromperam a gravidez e defendem a descriminação da prática. Em fevereiro, o órgão vai distribuir gratuitamente 2 mil cópias em DVD para escolas e entidades feministas.

O projeto foi o único documentário de média-metragem selecionado no primeiro edital de vídeo da Fiocruz.

A diretora Thereza Jessouroun diz ter idealizado o roteiro ao ouvir declarações do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a favor da descriminação do aborto. De acordo com ela, a ideia se materializou após a abertura do edital da Fiocruz, cuja direção é nomeada pelo ministro.

Thereza admite que o filme “é claramente a favor do aborto”. A cineasta diz que chegou a entrevistar especialistas contrários e favoráveis à prática, como previa o projeto original, mas optou por manter apenas a participação das mulheres. A pedido da direção da Fiocruz, o material descartado será incluído nos extras do DVD.

Mesmo antes do lançamento, o filme já desperta opiniões contrárias. Dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio e integrante da Comissão de Vida e Família da Conferência Nacional de Bispos do Brasil, critica o patrocínio da Fiocruz:

– Não me parece correto, do ponto de vista ético, financiar com dinheiro público um filme que defende posições pessoais do ministro.

sábado, 3 de janeiro de 2009

VATICANO CRITICA ONU POR DEFENDER ABORTO



NOTÍCIAS DO VATICANO
VATICANO CRITICA ONU POR DEFENDER ABORTO
CIDADE DO VATICANO, 31 DEZ (ANSA) - O representante do Vaticano na ONU, monsenhor Celestino Migliore, declarou nesta quarta-feira que as Nações Unidas são incoerentes, pois ao mesmo tempo em que pedem a abolição da pena de morte, não favorecem a "proteção da vida humana em todas as suas fases", opondo-se à legalização do aborto.
"Insiste-se quase unilateralmente sobre a intangibilidade da vida humana no caso específico das sentenças de morte, e se titubeia em relação à extensão do mesmo princípio a todas as fases da vida", reiterou Migliore.
Em uma entrevista divulgada pela Rádio Vaticano, o monsenhor afirmou que a ONU não defende "o direito de nascer" como protege "o direito de sobreviver". (ANSA)
31/12/2008 15:02

Veja na fonte

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

11 parlamentares movem ação contra Ministro do Supremo


Representação contra o Ministro Marco Aurélio Mello

Na última quarta-feira (11/12) foi protocolada uma Representação de 11 parlamentares, dentre eles, o deputado Bassuma, contra o Ministro Marco Aurélio Mello, junto ao Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Geral da República, em razão do referido ministro, que é relator da ADPF 54, (aborto de anencéfalos) ter antecipado publicamente o seu voto e o de outros ministros do STF, inclusive com juízo de valor.

A Jornalista Adriana Lopes da Revista Veja perguntou em entrevista: "Em 2004, o plenário do STF derrubou uma liminar concedida pelo senhor que autorizava a interrupção da gestação de anencéfalos. Por que o senhor decidiu trazer o assunto à tona novamente?"

O Ministro respondeu: Embora a decisão a favor do uso de células-tronco tenha sido apertadíssima (6 votos contra 5), representou uma abertura do Supremo. Por isso, acredito que agora a Casa aprovará a interrupção da gestação de anencéfalos. Desta vez, a votação será menos apertada do que foi no caso das células-tronco. Diria que teremos um 7 a 4 ou um 8 a 3. E, depois que o Supremo bater o martelo, não adiantará recorrer ao Santo Padre.



CPI DO ABORTO AGITA O CONGRESSO NACIONAL

Manifestação surpreende o Ministro do STF que recebia o título de cidadão de Fortaleza.


Para investigar o comércio de substâncias abortivas e a prática de aborto, o presidente da Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), criou na última segunda-feira (08/12), uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que tem no requerimento, como primeiro signatário o deputado Luiz Bassuma (PT-BA).

A discussão no congresso, em torno do aborto, iniciou-se em 2004, ano em que a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde entrou com ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a descriminalização do aborto em caso de anencéfalos. O relator da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, que expediu liminar permitindo a interrupção da gravidez de fetos com anencefalia. A liminar foi cassada pelo pleno do Supremo e em breve haverá o julgamento do mérito da ação.

A anencefalia, trata-se de anomalia resultante de falha, no início do desenvolvimento embrionário, do mecanismo de fechamento do tubo neural. Caracteriza-se pela falta dos ossos cranianos (frontal, occipital e parietal), hemisférios e do córtex cerebral. A cada mil nascidos no Brasil, um é anencéfalo.

Segundo o fundador e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida - Contra o Aborto, deputado Luiz Bassuma, os que defendem a morte dos anencéfalos, ainda no útero, preferem usar a expressão: "antecipação terapêutica do parto", um eufemismo para aborto provocado. "É preciso que sejamos verdadeiros no debate. Quem defende a antecipação terapêutica do parto está defendendo a prática de aborto, tanto que este tipo de aborto não faz parte das excludentes de pena previstas no Código Penal Brasileiro", diz o deputado.

Manifestação Contra o Aborto recebe novo cidadão fortalezense

O Comitê Cearense Brasil Sem Aborto aproveitou a ida do Ministro Marco Aurélio de Mello a Fortaleza para recebimento do título de cidadão de Fortaleza, para promover, uma manifestação pacífica contra o posicionamento do ministro no julgamento da ação que descriminaliza o aborto no Brasil.

O também ministro do STF, Carlos Alberto Direito, em audiência pública, afirmou que "não existe diagnóstico absoluto em medicina"; e que existem vários casos clássicos de anencéfalos que viveram semanas, meses e até anos!

A cearense Maria Teresa Nunes Silva viveu 3 meses e 20 dias. Marcela de Jesus, em Patrocínio Paulista, quase chegou aos 2 anos. Essas crianças uniram suas famílias e deixaram a certeza de que o amor e os cuidados devidos podem aumentar suas expectiativas de vida.

Na solenidade que daria o título ao ministro Mello, os manifestantes estenderam faixas contra a aprovação da Argüição de Descumprimento de Princípio Fundamental (ADPF) nº 54, que libera a interrupção da gravidez em caso de fetos anencéfalos.

Para o secretário-geral da executiva do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil Sem Aborto, Hermes Rodrigues Nery, a aprovação da ADPF abriria caminho para a total legalização do aborto no Brasil. ''A população é contra o aborto. Queremos sensibilizar o ministro para o fato de que a vida humana deve ser protegida desde a concepção até a morte natural. Se o aborto for legalizado, abrirá precedente para o desrespeito à vida em outras fases'', diz Nery.



Informações:

Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil Sem Aborto

O objetivo do movimento é defender a vida a partir da fecundação. Para isso reúne juristas, cientistas, professores e cidadãos que representam a sociedade civil, em manifestações pacíficas de natureza suprapartidária, supra-religioso, plural e democrático, focado na luta por uma agenda positiva, que discuti questões fundamentais do direito à vida plena.

Para difundir suas idéias e propostas para um universo cada vez maior, o movimento já conta com comitês Estaduais e a cada dia conquista novos integrantes, que vêm se organizando em caminhadas e eventos em todo Brasil, para chamar a atenção da população para as implicações que podem acontecer se a legislação vigente for alterada.


Contato/Imprensa:
Geraldo Brito
Assessor de Comunicação

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Mulheres que fizeram aborto têm 30% mais problemas mentais, diz estudo




Mulheres que fizeram aborto têm 30% mais problemas mentais, diz estudo

Leia a integra da notícia

Problemas relacionados ao aborto podem ser até 5,5% do total
Mulheres que se submetem a abortos têm 30% mais chance de terem problemas mentais do que as mulheres que nunca passaram por isso, segundo uma pesquisa publicada na última edição da publicação científica British Journal of Psychiatry.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

FHC confirma tese defendida no "Manifesto de Itu"

FHC alerta para perda de poder do Congresso

Ex-presidente admite que errou ao chancelar regra de MP que tranca a pauta
(Adriano Vasconcelos)O Globo, quarta-feira, 19 de novembro de 2008

BRASÍLIA – Com mais de seis anos de atraso, o ex-presidente Fernando Henrique admitiu ontem, em pelo menos duas palestras – uma na Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outra no Senado -, que errou ao compactuar com o “grave erro” do Congresso de ter permitido, em 2001, que as medidas provisórias passassem a trancar as pautas da Câmara e do Senado após tramitarem 45 dias. Sua conclusão, hoje fora do poder, é a de que a regra ajudou a enfraquecer o Congresso ao permitir ao presidente da República bloquear as atividades legislativas.

- Concordei com a mudança porque o Congresso achava que o presidente sufocava o Congresso. Eu disse que estava no fim do mandato e que isso iria dar ao presidente o poder de bloquear o Congresso. Mas concordei. Isso foi um grave erro do Congresso, eu anuí – reconheceu ele de manhã, em palestra na CNI pelos 20 anos da Assembléia Nacional Constituinte.

À tarde, no Ciclo de Debates sobre o Poder Legislativo – promovido pelo Interlegis, órgão de assessoramento do Senado - , Fernando Henrique alertou para o risco de o Legislativo perder espaço para o Judiciário. Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal só agora se dá conta do grande poder que lhe foi conferido pela Constituinte, de normalizar dispositivos constitucionais que não foram regulamentados. Ele considera essencial que o Legislativo não abdique mais do controle que deveria ter sobre o Orçamento e sobre as MPs.

- É preciso, daqui para a frente, termos consciência de que há anomalias institucionais. Não são tão grandes assim, mas, se não forem corrigidas, o que vai acontecer é uma hipertrofia do Executivo e a diminuição do Legislativo. E amanhã pode acontecer também certa hipertrofia do Judiciário. Não prevejo, mas dizem que a pior ditadura é a do judiciário.
Na primeira visita ao Congresso após ter deixado a Presidência, Fernando Henrique recebeu tratamento de chefe de Estado. E andou pelo tapete vermelho colocado em razão da passagem do presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono.
- O tapete é para mim? – brincou.

(O Globo, quarta-feira, 19 de novembro de 2008 2ª edição – O País pg. 9

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Dr Cícero Harada participa de Importante debate sobre o aborto

De “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto” a “Eu tenho medo” - Um breve histórico

Cícero Harada, advogado e Procurador do Estado de São Paulo, no artigo em defesa da vida, “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto”, demonstrou a incoerência que se criará no Brasil, caso se aprove o PL 1135/91 que visa a descriminalizar o aborto. É crime destruir um único ovo de tartaruga, no entanto, o aborto, que é e sempre será a destruição de uma vida humana, poderá ser permitido. Esta barbárie defendida por alguns grupos, muitos dos quais financiados por organizações estrangeiras, constitui situação afrontosa e inaceitável à razão e ao bom senso.Clique aqui.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Presidente do Uruguai veta lei que libera aborto


Sexta-feira, 14 novembro de 2008

Ariel Palacios, BUENOS AIRES

O presidente uruguaio Tabaré Vázquez vetou ontem, no início da noite, a lei de descriminação do aborto, que havia sido aprovada na terça-feira pelo Senado após longos e intensos debates. Desde 2005, Tabaré vinha declarando que não toleraria a aprovação da Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva, que permite que qualquer cidadã uruguaia ou residente estrangeira no país possa interromper a gravidez nas primeiras 12 semanas de gestação. Nas últimas semanas, o presidente uruguaio confirmou que estava decidido a vetar a lei.

Ontem, Tabaré, casado com María Auxiliadora Delgado, católica fervorosa, argumentou que seu veto era baseado em “graves razões filosóficas”.

A descriminação do aborto, segundo pesquisas, conta com o respaldo de mais de 60% da população uruguaia.

MAIORIA DIFÍCIL

O Parlamento tem um prazo de 30 dias para convocar uma plenária da Câmara e do Senado para derrubar o veto presidencial. Mas, para isso, seria necessário que 3 de cada 5 parlamentares votassem a favor da descriminação. Analistas políticos sustentam que uma maioria de tal magnitude seria muito difícil de ser obtida.